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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Os rios: algumas noções de hidrografia

Quanto a idade, os trechos dos rios podem ser:


  • Novos - geralmente suas nascentes ficam em lugares altos, são encachoeiras e produzem forte erosão em seu leito;
  • Intermediário - seu traçado é mais plano, a velocidade das águas é proporcionamente mais contantes e todos os sedimentos retirados do leito são distribuído ao longo do curso;
  • Senis - o traçado do leito é constantemente redefinido pelo trabalho de sedimentação, formando meandros que diminuem a velocidade das águas.
A foz (desembocadura) dos rios pode apresentar várias formas;

  • Estuário - quando o rio desemboca diretamente no mar, criando um ambiente especial de encontro de águas doces e salgadas. Geralmente formam-se amplos manguezais, hábitat rico para a reprodução animal;
  • Delta - quando um rio desemboca em multiplos canais, formandos devido à intensa deposição de sedimentos que não atingem o mar;
  • Mista - quando uma parte das águas de um mesmo rio desemboca em estuário e outra em canais de um delta.
 O regime de um rio (a origem de suas águas) pode ser:

  • Nival -  quando a maior parte de volume das águas depende do derretimento de geleiras ou do degelo de picos nevados;
  • Misto - quando as águas provêm tanto do degelo quanto das chuvas;
  • Pluvial - quando a maior parte das águas depende das chuvas. No Brasil, o regime pluvial mais comum  é o tropical, com cheias no verâo e vazantes no iverno.
Os rios podem apresentar os seguintes tipos de drenagem:

  • Endorréica - quando o rio deságua en um lago, localizado no interior de um continente;
  • exorréica - quando o rio deságua diretamente no mar;
  • Arréica - quando um rio termina porque as águas se infiltram no solo, dirigindo-se para camadas subterrâneas, ou evaporam.
 Conforme a posição do observador, as partes do rio podem estar a:

  • Montante - parte situada na direção da nascente, em relação ao ponto de referência (posição do observador do rio);
  • Jusante - parte do rio situda na direção da foz. em relação ao ponto de referência (posição do observador do rio);
 Os rios podem ser ainda:

  • Intermitentes - ficam reduzidos a um pequeno volume de água; em muitos casos, o leito chega asecar;
  • Perenes - sofrem alterações apenas no volume e jamis atingem situações de extrema diminuição das águas; portanto, correm o ano todo.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Região Norte do Brasil

região norte é composta pelos Estados do Amazonas (capital Manaus), Roraima (capital Boa Vista), Acre (capital Rio Branco), Rondônia (capital Porto Velho), Pará (capital Belém), Amapá (capital Macapá) e Tocantins (capital Palmas).
A maior região do Brasil em área, com 3.869.639,9 quilômetros quadrados (ou mais de 45% do território brasileiro), é também a que abriga a menor parcela da população por quilômetro quadrado: apenas 7% do total de habitantes, ou 2,91 por quilômetro quadrado.
O clima predominante na região norte é o tropical úmido e a vegetação, sua característica mais marcante, é a Floresta Amazônica com algumas áreas de transição entre esta e os outros tipos de vegetações das regiões adjacentes.

Região Norte
Podemos subdividir os ecossistemas locais em três categorias: os igapós, regiões permanentemente inundadas e que desenvolveram vegetação típica; as várzeas, regiões que se inundam na época das cheias; e as terras firmas, ou platôs, que ficam em locais mais altos, livres das cheias.
Devido às características de clima, hidrografia, vegetação densa e difícil acesso, a região norte apresenta baixa taxa de industrialização, sendo as principais atividades econômicas da região o extrativismo vegetal e a exploração de minérios em regiões específicas como as jazidas de ferro da Serra dos Carajás (Pará).
É na região norte que se encontra a maior bacia hidrográfica das Américas e o maior rio do mundo, o rio Amazonas. Outro rio importante da região é o rio Tocantins que abriga a maior usina hidrelétrica da região norte, a Usina de Tucuruí.
A região norte ainda abriga grande parte das comunidades indígenas do Brasil que devido ao isolamento propiciado pelas características locais puderam manter seu modo de vida tradicional.
As indústrias que se estabelecem na região norte recebem incentivos fiscais para compensar as dificuldades inerentes à localização e falta de mão de obra. Estes incentivos fazem parte do plano geoeconômico que constituiu a Zona Franca de Manaus ainda no período da ditadura militar.
Arquivado em: Brasil, Geografia


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Região Sudeste

Aspectos físiograficos da Região Sudeste

A Região Sudeste é formada pelos estados do Espirito Santos, de Minas Gerais, Rio de Janeiro e de São Paulo, com superfície de 924.511 Km².
Entre os elementos naturais que caracterizam as paisagens da região são as formas de relevo. As elevações do terreno nessa porção do território brasileiro sobressaem-se, por altitudes médias e por formas arredondadas, compondo os domínios dos "mares de morros". Morros, colinas e serras prolongam-se pelo litoral do Nordeste e do Sul, mas no Sudeste ocorrem também no interior. Todo esse domínio era originalmente coberto por matas tropicais, que receberam a denominação Mata Atlântica.

RELEVO 


O relevo da região sudeste é bem variado, encontramos planícies costeiras, largas, na formação de baixadas, ou estreitas, onde é comum a formação de lagos, praias (que englobam as famosas praias cariocas) e até mesmo restingas, além das serras, como a da Mantiqueira e Canastra, caracterizada por formações cristalinas e irregulares, planaltos e escarpas. 

Vegetação

A vegetação é formada principalmente por florestas tropicais, porém também podemos encontrar em alguns casos matas Ciliares e de Galerias. Em menor escala, temos também o cerrado e a caatinga.
Caatinga
 
Mata Atlântica
Cerrado


Hidrografia


A região Sudeste é abrangida pelas bacias hidrográficas de dois importantes rios brasileiros: o Paraná e o São Francisco. Além disso, algumas, bacias de menor extensão formam as regiões de relevante importância regional.

Devido o relevo planaltos dessa região, os cursos d'água apresentam extensas corredeiras e quedas-d'água.


O estado de MG, entrecortado por diversas elevações e serras, destaca-se por abranger a nascente de importantes rios, sendo o principal o Rio São Francisco.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Como se forma um TSUNAMI

O Tsunami é uma onda gigante com grande poder de destruição. Essas ondas são geradas por distúrbios sísmicos, ou seja, o choque entre placas tectônicas provocam tremores de terra no fundo do mar, e esses tremores geram as ondas que atingem a costa.
A palavra tsunami vem do japonês, onde "tsu" significa porto, e "nami", significa onda.
Num tsunami há o deslocamento de um grande volume de água, gerando ondas que podem ultrapassar os 30 metros de altura. O Oceano Pacífico é a localidade onde acontecem mais tsunamis no mundo, são aproximadamente 195 maremotos registrados.
Erupções vulcânicas, explosões submarinas e outros distúrbios acima ou abaixo da água também podem gerar um tsunami.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Como prevenir os solos contra as voçorocas


Como prevenir os solos contra as voçorocas
A voçoroca é formada quando fazem a retirado da vegetação, deixando o solo descoberto. A extensão agropecuária vem cada vez mais abrangendo seu mercado, sendo uns dos fatores que contribuir para os desmatamentos e queimada em boa parte da vegetação rasteira.
Com a queimada e derrubada das arvores, o solo ficar exposto ao tempo sem nem uma cobertura para proteger das chuvas , quando a chuva cai e entra em contato com o solo, vão transportando os sedimentos, ao mesmo tempo escavando o relevo formando ravinas e voçoroca.
Existe locais onde o aparecimento das voçorocas tem uma maior probabilidade de ocorrer.
Locais onde “a declividade é alta, a superfície do solo foi degradada, há concentração de enxurradas da bacia, ou por influência do escoamento da água” (PEREIRA et al., sem data), são mais propensos ao voçorocamento, por isso exigem uma atenção especial e o emprego de técnicas para a prevenção da ocorrência da erosão que provocará o surgimento de uma voçoroca. Ainda segundo PEREIRA, entre outros, (sem data), existem medidas a serem tomadas a fim de evitar ou diminuir o risco do aparecimento de voçorocas, dentre as quais:
 Interceptação da área de enxurrada acima da área de voçorocas;
 Retenção da área enxurrada na área de drenagem;
 Eliminação das grotas e voçorocas;
 Revegetação da área;
 Construção de estruturas para deter a velocidade das águas;
 Completa exclusão do gado;
 Controle de sedimentação das grotas e voçorocas ativas;
 Isolamento da área;
 Planejamento da Bacia;
 Manejo na vegetação nativa e exótica introduzida na área.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Efeito Estufa


Efeito estufa
O efeito estufa é gerado pela as derrubadas das arvores e queimadas das mesmas,  pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões.  Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.

sábado, 20 de agosto de 2011

Formação de Caverna

As Caverna se forma quando água ácida penetra no solo, entra em contato com rochas calcarias e as dissolve, formando "ocos" no relevo. Esse processo é o que define o surgimento da maioria dos tipos de caverna. observando a entrada da caverna na foto acima, podemos ver a formação das Estalactites e Estalagmites.